Portugal Naïf, de Filipe Crawford
"Portugal Naïf". Uma praia da costa portuguesa... Ouve-se o mar... Na praia dormem algumas varinas que esperam o regresso dos seus homens, ocupados com a lida da pesca. Um galo deambula pela praia, debicando aqui e ali, o Sol nasce e aquece a areia da praia. O mar com os seus mistérios, as suas ondinas e os seus tritões, molha a areia quente da paria. No horizonte os pescadores já se avistam, acompanhados pelo fado, o seu destino. Levanta-se uma tempestade, as varinas rezam na praia. O barco dos pescadores luta contra a força do mar que acaba por vencer. Os pescadores são arrastados para a praia pelas ondas e recolhidos pelas varinas choram a faina perdida e queixam-se da sua triste sorte. O mar com as suas ondas varre a praia, lavando-a de destroços e renovando a vida. O Sol põe-se. Um galo deambula na praia...
Data da estreia: 07/04/1997
Local: Palais des Congrès, Poitiers
Outros locais de representação: Carreiras (Torres Vedras), Santarém (Teatro Sá da Bandeira), Almada (Ponto de Encontro), Chamusca, Lisboa (Teatro Maria Matos)
Ficha artística
Encenação: Filipe Crawford; Assistência de encenação: Nuno Pino Custódio; Cenário e figurinos: Rosa Freitas; Máscaras: Nuno Pino Custódio; Desenho de Luz e selecção musical: Filipe Crawford; Contra-Regra: Conceição Ferreira; Costureira: Fátima Ruela; Produção Executiva: Conceição Ferreira; Interpretação: alunos da Escola da Máscara
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